quarta-feira, 23 de julho de 2008

Something new here

Today I simply felt like writing something in English for this blog. That's what I am doing now.

My command on the language is, to say the least, limited. Scarcely ever have I any chance of talking with someone fluent in English. Practicing my skills with it is something unbelievaby difficult, under my personal circumstances.

But I have this blog. I believe I stand a chance of earning the right to sell advertising space here, which will give me I don't know how much money. I want this right, I mean, this money, no matter how much (or, still more likely, how little) it is. Bills are coming fierce and I'm having a terrible time trying to make ends meet with a really insufficient personal budget.

My English is what you can see here. However, I can avail myself of it as a working tool every now and then, which in fact I do. I'm a translator by trade. I also have enough experience with other languages. French, Italian, Spanish. I'm 51 years old and I have always read a lot eversince I learned how to read, over four decades ago. This has allowed me to build something like a certain fund of knowledge along the decades.

I write my own poems in English, sometimes. I don't think I'm much of a poet myself, however I can follow the basic rules of poetry in English (and other foreign languages too, for that matter) as I do in my own vernacular, of course.

This post will, in all likelihood, be read in many places the world over. I expect to be understood (and maybe appreciated, too) by God knows how many readers, and this must mean something for someone like me.

Comments of any nature on my writings are welcomed, since they may naturally lead to my improvement and encouragement.

Today I'm posting here my poem Rights. Enjoy it.

RIGHTS

What right had I to fly so high?
To hide behind see-through disguise?
To trust so far so many a lie?
To pay no heed to words of wise?

What right had I so deep to dive
Into my self for fun, on whim?
Disturb did I a quiet bee-hive
And still have stings all o’er my skin.

The time has come for me to know
How wrong I've been, how wrong, how wrong!
My stupid heart, so weak, so low
How can it love so much, so strong?

16 comentários:

inbetween disse...

Why should you write in english? I'm answering in english just because the comment is about the poem "rights". We have the right to be wrong, to make mistakes, to take the wrong opportunity in our hands. Why? It's the only way to move further to the next step exactly the same happening when we do something right! That's a right too! The fantastic bottom line about it all is that perhaps right and wrong can't go beyond their moral limits! Right and wrong in our "normal" paths are meaningless words just because they always explode in our lives in order to push us forward to the next step!
Anyway this is just a comment....
inbetween

neo-orkuteiro disse...

What a surprise. Soul-to-soul communication, Inbetween. Thanks. Your view is interesting. As a rule it is. So glad to host your comment here.

inbetween disse...

Thanks for your comment in my blog. I always considered soul to soul communication a miracle in time and now in our times we have a technology miracle: internet! Let's use it for good and rewarding soul purposes! Let it be!
inbetween

neo-orkuteiro disse...

And let's keep, Inbetween, this sort of serendipitous soul to soul communication through our blogs. For good.

São disse...

Se acha que seu inglês é limitado (!!) ...então eu só posso dizer que sou ignorante!
Comentarei mais quando o ler em português.
Bom fim de semana.

neo-orkuteiro disse...

Obrigado pela gentil visita e comentário aqui, São. Fui conhecer seu blog e voltei convencido de que valeu tê-lo feito, muito.

Márcia Sanchez Luz disse...

João

Seu poema é lindo. Adoro essa forma de jogar com as palavras que você fez tão bem em "Rights".
Obrigada por mais uma visita ao meu blog e por seu comentário tão gentil.
Aproveito para também agradecer pelas palavras deixadas no GO. Seus comentários são de uma riqueza rara!

Um abraço,

Márcia

neo-orkuteiro disse...

Grato por sua ilustre visita, Márcia, e por seu generoso comentário.

Antunes Ferreira disse...

LISBOA - PORTUGAL

Olá!
(... Or shall I say hello!? I’ve some doubts, ‘cause my English is very poor. I prefer always use my Portuguese, which some good Friends say it’s wonderful. Once more – I doubt... So, let’s go by Portuguese. Sorry...)

Cheguei a este teu blogue através de outros que costumo visitar e neles postar comentários. Cheguei, vi e… gostei. Está bem feito, está comunicativo, está agradável, está bonito – e está bem escrito. Esta é uma deformação profissional de um jornalista e dizem que escritor a caminho dos 67…, mas que continua bem-disposto, alegre, piadista, gozão, e – vivo.

Só uma anotaçãozinha: Durante 16 anos trabalhei no Diário de Notícias, o mais importante de Portugal, onde cheguei a Chefe da Redacção – sem motivo justificativo… pelo menos que eu desse com isso… E acabo de publicar – vejam lá para o que me deu a «provecta» idade… - o me(a)u primeiro livro de ficção «Morte na Picada», contos da guerra colonial em Angola (1966/68) em que bem contra vontade, infelizmente participei como oficial miliciano.

Muito prazer me darás se quiseres visitar o meu blogue e nele deixar comentários. E enviar-me colaboração. Basta um imeile / imilio (criações minhas e preciosas…) e já está. E se o quiseres divulgar a Amiga(o)s, ainda melhor. Tanto o blogue, como o imeile, tá? Muito obrigado

www.travessadoferreira.blogspot.com
ferreihenrique@gmail.com

Estou a implementar e desenvolver o projecto que tenho para o meu www.travessadoferreira.blogspot.com e que é conferir ao meu/vosso/NOSSO blogue a característica de PONTO DE ENCONTRO entre os Países fraternalmente ligados – Portugal e Brasil. No que estou, pela minha parte, a desenvolver todas as diligências que, naturalmente, me forem possíveis.
E, naturalmente também, para poder enviar-te «coisas» que ache interessantes. Se, porém, não as quiseres, diz-me que eu paro logo. Sou muito bem-mandado (a minha mulher que o diga…) e muito obediente (cf. parênteses anterior).
Já solicitei a colaboração da Embaixada de Portugal em Brasília, que tem à frente dela um diplomata fora de série, o meu querido Amigo, Dr. Francisco Seixas da Costa e na qual se integram mis dois bons Amigos de longos nos: o Adriano Jordão e o Carlos Fino. Seixas da Costa criou um blogue magnífico Embaixada de Portugal no Brasil, www.embaixada-portugal-brasil.blogspot.com, que vos recomendo vivamente visitar. Tem tudo sobre as relações entre as duas Nações. E já fiz o mesmo aqui em Lisboa. Espero receber resposta da Embaixada brasileira.
Este é um desejo que já ultrapassa a simples intenção. Felizmente, neste momento possui muitos comparticipantes – como desejo que seja o teu caso. Mas, com o empenhamento, a ajuda, o entusiasmo e a alegria que tenho encontrado – iremos longe. A internet (apesar dos aspectos negativos que ainda apresenta) tem uma força incomensurável e desenvolvimento tecnológico que se actualiza dia a dia.
Abrações e queijinhos, convenientemente repartidos e distribuídos

PS 1 – Quando navegarmos em velocidade de cruzeiro, quero alargar o Travessa aos outros PALOP. Que achas?
PS 2 – Desculpa por este comentário ser tão comprido e chato. Como a espada do D. Afonso Henriques…
PS 3 - Já compraste o me(a)u »Morte na Picada»? DIZEM que é muito bom. DIZEM… E também há quem tenha escrito que sendo contos da guerra em Angola 66/68 (em que infelizmente e contra vontade participei, é SANGUE & SEXO… Malandrecos… Já leste? E se, por singular acaso, tiveres gostado dele, terás de comprar muitíssimos mais exemplares. São excelentes prendas de aniversários, casamentos, divórcios, baptizados, Natais, Carnavais, Anos Novos, Páscoas, Pentecostes, vinte e cincos de Abris, cincos de Outubro, dezes de Junhos. Até para funerais. Oferecer o «Morte» na morte fica bem em qualquer velório que se preze. E, além disso, recomenda-o, publicita-o, propagandeia-o, impinge-o aos Amigos, conhecidos, desconhecidos & outros, SARL. Os euros estão tão raros e... caros...

neo-orkuteiro disse...

Olá, Atunes Ferreira. Seja bem-vindo cá a este meu espaço virtual. A internet tem dessas coisas. Tenho granjeado amigos virtuais intercontinentalmente e estou achando isto uma maravilha. Seu comentário em nada se parece com a tal espada. Revela antes pessoa inteligente, culta, bem humorada, cuja visita tive a sorte de receber. Ele contém ainda informações que poderão vir a ser de real utilidade para mim. Muito bom, tudo isso. Receba meu brasileiro abraço e volte.

Jak de Oliveira disse...

Oiii, q bom q gostou...fico feliz. De verdade e espero q volte sempre:))O seu foi o 1º comentario q li, sou nova por aqui mas já me apaixonei!!! bjs no coração e q Deus te abençõe viu??!!:))

neo-orkuteiro disse...

Bem-vinda, Jak. Obrigado. Comuniquemo-nos, então. Meu coração lhe retribui o que você me manda, mandando-lhe outros tantos beijos.

São disse...

Vim só para ver se havia novas....
Tudo de bom.

neo-orkuteiro disse...

Tudo de bom, São. Agradeço-lhe a visita.

Joe Gelb disse...

way ill poem im blown away...strait up that is deffinitely gonna be read in cyberspace forever and when humanity goes life from other galazies will hack our internet and read it its that good...and im not impressed by much

neo-orkuteiro disse...

I love your kingly blog Joe, but I can't stand you for one reason alone: jealousy. You're madder than I am. Be welcome here, since I take your visit and comment for a compliment.