sexta-feira, 14 de novembro de 2008

JULIANA

[(J)u]-ro que vou, nem que seja de [liana]

(U)ma vez ao menos vencer a distância

(L)onga, que entre nós há, porque a vida quis

(I)nda mais, que ninguém sabe o fim, só Deus.

(A)ssim, guardo bem, enquanto vida tenho

(N)um lugar seguro, bem aqui no peito

(A)mor e carinho por você e pelos seus

16 comentários:

Sam Pereira disse...

Lindo acróstico! E obrigado pelos elogios lá em meu cantinho :)

Ser pequena neste mundo de gigantes é difícil, rsrsrsrs.

Beijos querido

Betinha disse...

Não importa o que vc escreve, sempre vejo muita graça em seus versos e texto.
Abraços.

Alice disse...

Uauuu!! que linda a sua Juliana !!


bjusss

neo-orkuteiro disse...

Retribuídos os beijos, Sam. Também sou liliputiano, mas a com esta dificuldade a gente se acostuma.

neo-orkuteiro disse...

Que maravilha, que a passageira deste bonde vê graça nos versos e textos aqui encontrados e assim me diz. Sou só agradecimentos, Betinha.

neo-orkuteiro disse...

Só poso concordar, Alice, que minha Juliana é linda. Vai algo de minha eterna e impenitente corujice paterna nisso, mas ela é lindinha mesmo. É minha filha mais velha. Mãe de um casal de netos meus simplesmente adorável, também.

Lu Cavichioli disse...

acróstico lindo para Juliana, que deve estar, a estas horas, feliz ao ver seu nome brilhando em tuas letras meu caro amigo João.
ulrabeijos da Lu

neo-orkuteiro disse...

Ultrabeijado sinto-me virtualmente, ultrabeijo-te em virtual retribuição, Lu. Ela é minha filha mais velha.

Rosemari disse...

João

Lindo ios versos que formaram esse acróstico tendo como base o amor filial.
é por isso que vale a pena ser pai e poeta, não é mesmo??

beijos

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Ótimo poema, mas achei uma pena vc ter destacado para as pessoas se darem conta do nome. Seria melhor elas perceberem sozinhas.
Amigo:
Fiquei sem PC, por isso estive ausente. Gostaria que fosse apreciar meu novo post e que conhecesse meu novo blog, que começo com a minha tradução, com notas explicativas, do primeiro soneto de Shakespeare.
http://poemasscancoes.blogspot.com
Um abraço,
Renata

neo-orkuteiro disse...

É, é verdade Rosemari. Sobre Juliana haveria mais que dizer. Ela inaugurou minha condição de paternidade nesta vida, o dia em que ela nasceu foi para mim extremo, faz tanto tempo e nem me parece. A diferença só é que eu era jovem. Pouca diferença para mim, no mais.

neo-orkuteiro disse...

Ótima essa foto, Renata. Shakespeare é imperdível, logo estarei lá e lerei tudo. Comentarei com gosto, conte sempre comigo, amiga.

Tere Tavares disse...

João
Demonstrações de amor são sempre belas. A versatilidade é marcante em tuas escrituras. Parabéns!

neo-orkuteiro disse...

Obrigado por ter vindo, Terê.

O amor, em si, é que é versátil, em mim.

Assim, no que falo de amor, o quanto digo a ele toma algo de versatilidade, de empréstimo.

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Meu colega:
Já publiquei o Soneto II de Shakespeare. Publicarei um por dia. Vá lá, caso contrário ficará desatualizado.
Um abraço,
Renata

neo-orkuteiro disse...

Fui lá, Renata, e voltei. Está comentado o Soneto 2.